Abordagem Biopsicossocial da Dor Crônica

Abordagem Biopsicossocial da Dor Crônica

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, nos últimos 20 anos aumentou em 60% o número de pessoas com incapacidade por dor persistente na coluna. Isso reflete o quanto o modelo atual de manejo com a dor não tem alcançado os resultados desejados.O Instituto Rodrigo Fortes busca inovar sempre, acompanhando os maiores centros de Reabilitação Avançada em dor crônica do mundo. Após formação profissional de seu corpo clínico adotou o uso do Modelo Biopsicossocial de diagnóstico e tratamento nas dores crônicas ou persistentes.
É muito comum encontrarmos exames de imagem com lesões consideráveis e quase nenhuma dor. Mais comum ainda é a presença de dores intensas com imagens de exame praticamente normais. Isso indica que nos casos de dor crônica, justificar a dor do paciente apenas através de alterações nos exames de imagem na maioria das vezes não é a melhor atitude clínica mais eficiente. Ou seja, a partir de uma primeira experiência, é possível desenvolver dor sem uma nova lesão. Dor e tamanho de lesão nem sempre são proporcionais!Cinesiofobia

O paciente com dor é levado ao repouso achando que não se mover pode reduzir o quadro de dor e passa assim a temer o movimento, o que chamamos de Cinesiofobia. Esta alteração do sistema de crenças, ao nível do Sistema Nervoso Central, faz com que áreas cerebrais entendam o movimento como uma ameaça e assim produzam mais dor quando o paciente tenta se mover. A saída, de acordo com pesquisas científicas que amparam o modelo Biopsicossocial, é orientar, encorajar e educar a pessoa com dor a manter todos os movimentos que produzam pouca ou nenhuma dor e, aos poucos, de forma lenta e gradual aumentar a mobilidade.

Medo e Evitação

O fruto da Cinesiofobia é a Evitação. Com medo que o movimento provoque dor, o paciente evita se mexer, andar, correr, dobrar a coluna para frente, entre outros movimentos que ele acha produzir dor. Fato é que quase sempre estes movimentos não provocam a dor, a imobilidade acontece pelo fato de ter medo que doa.
O problema é que não se movimentar perpetua e cronifica a dor, dado cientificamente já comprovado. Ao optar não se mover deixa-se de contrair a musculatura e isso leva à fraqueza, hipotrofia e perda de massa muscular o que alimenta progressivamente a piora do quadro.

Catastastrofização e Hipervigilância

O paciente com dor geralmente tende a acreditar que a dor é algo incapacitante e terrível. Esta sensação leva a um descompasso emocional, traz tristeza, depressão, ansiedade e insônia. Tudo isso faz desenvolver a Catastrofização e a Hipervigilância, onde o problema é potencializado e o paciente passa a se preocupar muito com a dor acreditando que é realmente fruto de um “problema”.
No Modelo Biopsicossocial o paciente é analisado fisicamente, emocional e socialmente. Questionários específicos são aplicados para diagnosticar as alterações funcionais geradas pela dor. As alterações de comportamento doloroso, medo do movimento, ansiedade e depressão também são diagnosticadas através de questões específicas.

Start Back, Oswestry, Lysholm, FABQ, Dash, Orebo, entre outros, são algumas das ferramentas que utilizamos clinicamente para diagnóstico, com eficiências comprovadas e validadas por pesquisas científicas.
Dependendo do grau de acometimento emocional identificado no diagnóstico através do Modelo Biopsicossocial, este paciente deverá também ser acompanhado por um profissional Psicoterapeuta e algumas vezes por um Médico. Em nossa equipe temos uma Psicóloga também especialista neste assunto, o que nos confere a possibilidade de uma abordagem em equipe, totalmente apropriada a fim de obter melhores resultados no tratamento da dor crônica ou persistente.

Chega de sentir dor! Agende já em nosso site a sua consulta e venha cuidar da sua saúde no Instituto Rodrigo Fortes!!

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